Por que ser honesta acerca de meus maus hábitos é bom para mim.
Por Christianity Today
Recebi um e-mail recentemente de uma querida amiga que está servindo a Deus como missionária no Oriente Médio. Ela tem sido tão legal ao se manter sempre em contato e eu não tenho correspondido na mesma medida.
Por isso, ela me escreveu para saber se havia algo de errado. Teria algo mudado em nossa relação? Teria ela me ofendido de alguma forma, ou por acaso eu não estaria de acordo com algo que ela está fazendo em seu trabalho missionário? Ela provavelmente me escreveu outras perguntas, mas eu não as consegui ler por causa das lágrimas que molhavam meu rosto.
Ela não havia feito nada de errado. O problema era comigo mesma. Aparentemente, eu havia deixado a correria da vida levar nossa preciosa amizade. Todavia, o que realmente havia acontecido era que eu havia perdido de vista quem realmente sou. Havia dito a mim mesma que responderia aos seus e-mails, retornaria suas ligações e enviaria cartas interessada em saber detalhes sobre seu ministério, assim que tivesse tempo para pensar nessas coisas.
Eu gosto de pensar em mim mesma como uma pessoa que se importa com seus amigos. Contudo, a verdade é que minhas falhas – minha preguiça, minha desorganização e minha falta de prioridades – parecem ter tomado conta de mim numa proporção maior do que eu gostaria de admitir.
Então, eu passei semanas – que rapidamente se transformaram em meses – escorregando entre um e-mail de um amigo e minha resposta. Além disso, pensava que fazia tanto tempo que aquela amiga havia me ligado que ela já havia se esquecido, ou que aquilo era tão duro que ela não ia querer me ouvir depois de tanto tempo.
Parece que a única maneira em que posso crescer e lidar com minhas fraquezas é reconhecendo-as e clamando pelo auxílio de Deus. Ignorá-las não me ajudará em nada. Eu preciso parar de achar que minha fragilidade feminina justificará minhas multidões de pecados e a forma como eu coloco as pessoas para baixo.
O apóstolo Paulo dá um bom exemplo de como nós podemos reconhecer nossas falhas para lidarmos melhor com elas. Ele escreve: “Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.” (Rm 7.18,19).
Aqui, Paulo está falando sobre pecado, sobre como nós mergulhamos nele, mesmo quando sabemos o que é pecado. Ignorância não é o nosso problema. Nós nos iludimos quando alegamos que fizemos isso ou aquilo porque não sabíamos o que, de melhor, poderíamos fazer.
Nós também nos iludimos quando achamos que estamos presos ao moldes que criamos ao trilharmos o caminho que Deus quer que trilhemos.
Paulo prossegue, afirmando: “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte. ” (Rm 8.1-2).
A liberdade que Deus nos dá em Cristo é que nos capacita a identificarmos nossas falhas e ultrapassá-las com a ajuda Daquele que nos criou para uma vida plena.
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Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias. Provérbios 31:10
O ESPÍRITO SANTO DE DEUS
É bom saber que ele não apenas trabalha em mim, mas trabalha comigo.*.¸¸.·´¨`Sandra Campos*.¸¸.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
FILHO É FLECHA
"Como flechas na mão do guerreiro,assim são os filhos..".Salmo 127.4
A alegria dos pais é ver os filhos vencendo na vida!
Por outro lado, não há tristeza maior que vê-los derrotados. Mas, como evitar isso?
A Bíblia dá aos pais algumas dicas excelentes no Salmo 127.4, ao dizer que os filhos são como flechas na mão do guerreiro.
Esta comparação é muito rica em significado. Por exemplo:
a) Quem já tentou arremessar uma flecha sabe que não é nada fácil atingir o alvo. O mesmo se dá com nossos filhos: não é nada fácil fazê-los atingir o alvo da vida.
b) A lógica da flecha é ir mais longe que o arqueiro. Isto também é verdade em relação aos nossos filhos: queremos que eles vão mais longe que nós (pais que não tiveram a oportunidade de estudar fazem questão que seus filhos cursem uma faculdade; casais que pagaram aluguel a vida inteira lutam para que seus filhos tenham casa própria; e assim por diante).
Mas, para que a flecha acerte o alvo, algumas condições precisam ser satisfeitas:
1. AS FLECHAS TÊM QUE ESTAR NA MÃO DO GUERREIRO
Esta é uma das verdades mais impressionantes deste verso bíblico: O sucesso dos nossos filhos está em nossas mãos. Depende muito mais de nós do que deles.
Às vezes, alguns casais dizem que criaram os seus filhos todos da mesma maneira, mas, inexplicavelmente, uns saíram-se melhor que os outros. Não é verdade! Primeiro, ninguém consegue criar dois filhos da mesma maneira, pois, cada filho é diferente. Segundo, tentar criá-los da mesma maneira é um erro, pois, assim como um guerreiro percebe as diferenças entre uma flecha e outra (e leva isto em consideração na hora de lançá-las), precisamos “decifrar” os nossos filhos e tratar cada um deles de forma diferenciada, personalizada. Isto não é discriminação (no sentido pejorativo da palavra), mas amor – que leva em conta a individualidade.
Eles estão em nossas mãos e em nossas mãos devem de fato estar. Não os abandonemos à própria sorte.
Façamos a oração de Neemias: “Ó Deus, fortalece as minhas mãos”.
2. É NECESSÁRIO QUE HAJA UM ALVO BEM DEFINIDO À FRENTE
Pode parecer uma tolice dizer isto, mas a verdade é que:
a) Muitas famílias não têm alvo algum à sua frente
As famílias vão “tocando a vida” numa rotina interminável, “sem sal, nem açúcar”. Os pais não conversam com os filhos. Não há sonhos compartilhados. Não há projetos familiares. Não há desafios individuais.
b) Em muitas famílias os alvos escolhidos não são adequados.
- Pais projetando nos filhos aquilo que eles mesmos não puderam ou não quiseram fazer (“Eu não pude estudar, mas meu filho vai ser doutor”).
- Pais passando para os filhos alvos de vida orientados pelo materialismo, egoísmo, exibicionismo, etc.
Não é de se estranhar que com o passar do tempo muitos jovens perdem a motivação para estudar, ter disciplina, trabalhar, etc.
Quais alvos de vida que você tem colocado à frente dos seus filhos? - O quê os seus filhos vão ser quando crescer? Qual é a vocação natural deles?
É claro que os testes de vocação podem nos ajudar a encaminhá-los, mas, a bem da verdade, quem mais conhece os filhos que os próprios pais? Quem melhor para ajudá-los a perceber seus dons naturais?
Ajudemos os nossos filhos a ter um alvo de vida. Um alvo nobre, digno, que leve em conta as suas forças e fraquezas, mas, acima de tudo, um alvo que os leve a Deus, pois, não há felicidade nem futuro algum sem um relacionamento pessoal e verdadeiro com Jesus Cristo.
Desejemos a eles que sejam felizes, prósperos, maduros, úteis, mas, acima de tudo, que sejam homens e mulheres de Deus.
3. O ARQUEIRO PRECISA TER BRAÇO FORTE
Para que uma flecha atinja seu alvo é necessário que o arqueiro tenha braço forte.
Isto também se aplica aos nossos filhos; para que eles atinjam o alvo da vida, os pais precisam ser figuras fortes, marcantes. Precisam exercer autoridade. Estabelecer limites e impor regras. Desde o começo.
Você pode até pensar que eles vão te odiar por isto, mas não se engane, no fundo eles sabem que as regras e os limites são importantes, pois transmitem-lhes segurança e os ensina a conduzir a própria vida. São como as faixas de trânsito no asfalto, que limitam a movimentação dos veículos, mas faz com que todos trafeguem em segurança.
No entanto, nossos filhos são seres dotados de lógica; não basta baixar normas e impor limites como ditadores; é preciso explicar-lhes o porquê. Uma vez que tenham entendido, será mais fácil para eles obedecer.
Porém, se, apesar do diálogo, os filhos insistem em serem rebeldes, os pais devem lhes impor castigos. Pode ser algum castigo físico (como algumas palmadas na bunda, por exemplo) ou pode ser, como se diz, “deixar de castigo”.
Mas, atenção: Jamais espanque ou agrida seu filho – física ou verbalmente.
Eles jamais ficarão magoados com um castigo justo, merecido e bem aplicado. Por outro lado, carregarão na alma – para sempre – a dor da injustiça e da humilhação imposta-lhes por seus pais.
4. O ARQUEIRO PRECISA SER HABILIDOSO
Não basta ter força. É preciso também ter habilidade. Uma flecha lançada com força, mas sem habilidade pode atingir qualquer coisa, inclusive o coração do próprio arqueiro.
Veja algumas habilidades desejáveis nos pais:
a) Saber a hora de dizer “Sim” e saber a hora de dizer “Não”
É preciso saber dizer “não” – impor limites – mas, também é preciso saber ceder. É preciso dar-lhes espaço para crescer, tomar suas próprias decisões (mesmo sabendo que certas decisões não serão boas para eles).
O fato é que eles precisam aprender, inclusive por meio de seus próprios erros. Saber a hora de dizer “sim” é tão importante quanto ser forte para dizer “não”.
Todo bom general sabe quando é hora de atacar e quando é hora de recuar.
A retirada estratégica é tão preciosa quanto um ataque bem planejado.
b) Tratar seu filho com respeito
Respeite-o como ser humano, único, digno.
A criança tratada com respeito aprende a respeitar os outros.
Respeite suas etapas de crescimento, com seus conflitos e necessidades. Até mesmo as formas de motivar e corrigir mudam com o tempo. Por exemplo, um adolescente de 15 anos não se motiva do mesmo jeito que uma criança de 5. O mesmo se dá com o castigo: uma palmada na bunda aos 5 anos pode resolver muitas coisas, mas, aos 15 anos este tipo de castigo é inadequado.
c) Ser coerente
Ninguém gosta quando as “regras do jogo” são mudadas a cada instante, não é mesmo? Você gostaria de trabalhar com um chefe assim?
Agora imagine como deve ser para os filhos quando os pais mudam ou esquecem as regras que eles mesmos criaram?
Isso os deixa irritados e confusos! Lembre-se que a Bíblia nos alerta sobre isso: “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados” – Colossenses 3.5.
d) Preparar os filhos para a vida
Muitos pais ficam magoados quando os filhos começam a dar seus primeiros “vôos” sozinhos. Não fique assim!
Tal qual uma flecha depois de lançada, nossos filhos um dia irão embora e terão que se virar sozinhos. Encoraje-os a se tornarem independentes e prepare-os para este dia, treinando-os em pequenas, mas importantes tarefas do dia-a-dia, como, por exemplo, cozinhar, lavar suas próprias roupas, trabalhar, etc.
e) Amá-los incondicionalmente
Muitos filhos têm medo até de tentar devido ao medo de fracassar, pois pensam que seus pais não irão amá-los do mesmo jeito se fracassarem.
Afaste este fantasma da cabeça de seus filhos. Demonstre-lhes seu amor, afeto, carinho permanentemente. Beije-os, honre-os, abrace-os, mime-os. Amor não tem contra indicação. Carinho não estraga ninguém. Afeto não gera desafeto.
A certeza deste amor incondicional irá ajudá-los a crescer e a vencer.
5. A FLECHA PRECISA SER RETA
Nossos filhos também precisam de retidão de caráter, ética, moral.
Ultimamente tem-se falado muito em ética empresarial. Mas, não é deste tipo de ética que eu quero falar, pois a ética empresarial está preocupada tão-somente em oferecer ao cliente uma mercadoria ou serviço de qualidade – visando aumentar seus lucros – independentemente se há ou não ética na sua relação com o meio ambiente, fornecedores, concorrentes e funcionários.
Quero falar de uma ética mais profunda. Intrínseca. Própria do ser. Daquele tipo de caráter que jamais permitirá, por exemplo, lesar o próximo ou trair o cônjuge, quer esteja sendo observado ou não.
Este tipo de caráter não acontece por acaso. Aprende-se com os pais e com os ensinamentos bíblicos.
a) A influência dos pais:
- Através do diálogo
O diálogo permanente com os filhos – desde a mais tenra infância – é essencial para eles. Envolva-se com seus filhos. Conheça seus amigos. Os lugares que eles freqüentam. As ideologias das suas “tribos”. O que eles estão lendo, vendo e ouvindo. Converse com eles sobre drogas, álcool, gravidez, AIDS, violência no trânsito, violência em festas, envolvimento em crimes, amizades de risco, etc. Mas, por favor, não converse com seus filhos somente temas pesados. Converse também, futilidades. Coisas como música, futebol, notícias do dia, o próprio dia (se está bonito ou não), etc. Como você faz com seus amigos. Dê a sua opinião; ouça e valorize a opinião deles. Ajude-os a “interpretar” o mundo.
- Através dos exemplos do dia a dia
Seus filhos estão de olho em você. Você é o seu primeiro, maior e principal referencial deles. “O que você faz fala mais alto do que aquilo que você diz” (autor desconhecido).
Por exemplo, um pai que põe o filho ao telefone e o manda dizer que não está em casa, não conseguirá jamais convencê-lo que mentir é errado.
b) Os ensinamentos bíblicos
Ao contrário da ética e moral humana – que são filosóficas ou puramente pragmáticas – a ética e moral divina são REVELADAS.
Os princípios éticos e morais bíblicos são universais (aplicam-se a todos os homens, de todas as épocas e lugares) e são eternos, isto é, valiam no passado, valem hoje e continuarão a valer amanhã. Por exemplo, assassinar outro ser humano sempre foi errado e continuará a sê-lo em todos tempos, lugares e culturas.
Independentemente de sua religião, ensine para seus filhos a retidão de caráter preconizada na Bíblia. Os ensinamentos bíblicos não mudam – seus filhos jamais ficarão confundidos quando ao que é certo e errado, ou quanto ao que devem ou não fazer.
Além disso, abra seu coração e convide Jesus para entrar em sua vida e em sua casa. Quando o Espírito Santo de Deus age no coração humano, ele transforma a pessoa literalmente. A ética e a moral reveladas por Deus na Bíblia incorporam-se na alma do cristão.
6. A GRAÇA DE DEUS PRECISA SER UMA REALIDADE FAMILIAR
Ensine seus filhos a dependerem de Deus e da Sua graça.
Mesmo quando o arqueiro é forte e habilidoso, a flecha é reta e o alvo à frente é bem definido, ainda assim não há garantias de que a flecha irá atingir o alvo, pois no meio do caminho pode surgir um obstáculo ou um vento pode desviar a flecha.
O mesmo pode acontecer com nossos filhos: obstáculos podem aparecer no meio do caminho (influência negativa de amigos, vícios, prostituição, etc.) ou ventos contrários podem desviá-los do alvo (fatalidades, doenças, pobreza, desemprego, etc.).
Não podemos contar com a sorte, no que diz respeito aos de nossos filhos, pois a sorte pode falhar. Temos que contar com a graça de Deus, pois DEUS NUNCA FALHA.
Precisamos da graça de Deus. Somente Ele pode nos ajudar. Até mesmo quando as demais condições não estão naquele ponto ideal, Ele (e somente Ele) pode nos ajudar.
Sua graça redime, liberta, restaura, aperfeiçoa. Sua graça nos basta. Quando, enfim, nossos filhos atingirem o alvo, diremos em alta voz: Graças a Deus!
FILHOS SÃO FLECHAS:
- As flechas têm que estar na mão do guerreiro.
- É necessário que haja um alvo bem definido à frente.
- O arqueiro precisa ter braço forte.
- O arqueiro precisa ser habilidoso.
- A flecha precisa ser reta.
- A graça de Deus precisa ser uma realidade familiar.
---
Autor: Pr Franco
A alegria dos pais é ver os filhos vencendo na vida!
Por outro lado, não há tristeza maior que vê-los derrotados. Mas, como evitar isso?
A Bíblia dá aos pais algumas dicas excelentes no Salmo 127.4, ao dizer que os filhos são como flechas na mão do guerreiro.
Esta comparação é muito rica em significado. Por exemplo:
a) Quem já tentou arremessar uma flecha sabe que não é nada fácil atingir o alvo. O mesmo se dá com nossos filhos: não é nada fácil fazê-los atingir o alvo da vida.
b) A lógica da flecha é ir mais longe que o arqueiro. Isto também é verdade em relação aos nossos filhos: queremos que eles vão mais longe que nós (pais que não tiveram a oportunidade de estudar fazem questão que seus filhos cursem uma faculdade; casais que pagaram aluguel a vida inteira lutam para que seus filhos tenham casa própria; e assim por diante).
Mas, para que a flecha acerte o alvo, algumas condições precisam ser satisfeitas:
1. AS FLECHAS TÊM QUE ESTAR NA MÃO DO GUERREIRO
Esta é uma das verdades mais impressionantes deste verso bíblico: O sucesso dos nossos filhos está em nossas mãos. Depende muito mais de nós do que deles.
Às vezes, alguns casais dizem que criaram os seus filhos todos da mesma maneira, mas, inexplicavelmente, uns saíram-se melhor que os outros. Não é verdade! Primeiro, ninguém consegue criar dois filhos da mesma maneira, pois, cada filho é diferente. Segundo, tentar criá-los da mesma maneira é um erro, pois, assim como um guerreiro percebe as diferenças entre uma flecha e outra (e leva isto em consideração na hora de lançá-las), precisamos “decifrar” os nossos filhos e tratar cada um deles de forma diferenciada, personalizada. Isto não é discriminação (no sentido pejorativo da palavra), mas amor – que leva em conta a individualidade.
Eles estão em nossas mãos e em nossas mãos devem de fato estar. Não os abandonemos à própria sorte.
Façamos a oração de Neemias: “Ó Deus, fortalece as minhas mãos”.
2. É NECESSÁRIO QUE HAJA UM ALVO BEM DEFINIDO À FRENTE
Pode parecer uma tolice dizer isto, mas a verdade é que:
a) Muitas famílias não têm alvo algum à sua frente
As famílias vão “tocando a vida” numa rotina interminável, “sem sal, nem açúcar”. Os pais não conversam com os filhos. Não há sonhos compartilhados. Não há projetos familiares. Não há desafios individuais.
b) Em muitas famílias os alvos escolhidos não são adequados.
- Pais projetando nos filhos aquilo que eles mesmos não puderam ou não quiseram fazer (“Eu não pude estudar, mas meu filho vai ser doutor”).
- Pais passando para os filhos alvos de vida orientados pelo materialismo, egoísmo, exibicionismo, etc.
Não é de se estranhar que com o passar do tempo muitos jovens perdem a motivação para estudar, ter disciplina, trabalhar, etc.
Quais alvos de vida que você tem colocado à frente dos seus filhos? - O quê os seus filhos vão ser quando crescer? Qual é a vocação natural deles?
É claro que os testes de vocação podem nos ajudar a encaminhá-los, mas, a bem da verdade, quem mais conhece os filhos que os próprios pais? Quem melhor para ajudá-los a perceber seus dons naturais?
Ajudemos os nossos filhos a ter um alvo de vida. Um alvo nobre, digno, que leve em conta as suas forças e fraquezas, mas, acima de tudo, um alvo que os leve a Deus, pois, não há felicidade nem futuro algum sem um relacionamento pessoal e verdadeiro com Jesus Cristo.
Desejemos a eles que sejam felizes, prósperos, maduros, úteis, mas, acima de tudo, que sejam homens e mulheres de Deus.
3. O ARQUEIRO PRECISA TER BRAÇO FORTE
Para que uma flecha atinja seu alvo é necessário que o arqueiro tenha braço forte.
Isto também se aplica aos nossos filhos; para que eles atinjam o alvo da vida, os pais precisam ser figuras fortes, marcantes. Precisam exercer autoridade. Estabelecer limites e impor regras. Desde o começo.
Você pode até pensar que eles vão te odiar por isto, mas não se engane, no fundo eles sabem que as regras e os limites são importantes, pois transmitem-lhes segurança e os ensina a conduzir a própria vida. São como as faixas de trânsito no asfalto, que limitam a movimentação dos veículos, mas faz com que todos trafeguem em segurança.
No entanto, nossos filhos são seres dotados de lógica; não basta baixar normas e impor limites como ditadores; é preciso explicar-lhes o porquê. Uma vez que tenham entendido, será mais fácil para eles obedecer.
Porém, se, apesar do diálogo, os filhos insistem em serem rebeldes, os pais devem lhes impor castigos. Pode ser algum castigo físico (como algumas palmadas na bunda, por exemplo) ou pode ser, como se diz, “deixar de castigo”.
Mas, atenção: Jamais espanque ou agrida seu filho – física ou verbalmente.
Eles jamais ficarão magoados com um castigo justo, merecido e bem aplicado. Por outro lado, carregarão na alma – para sempre – a dor da injustiça e da humilhação imposta-lhes por seus pais.
4. O ARQUEIRO PRECISA SER HABILIDOSO
Não basta ter força. É preciso também ter habilidade. Uma flecha lançada com força, mas sem habilidade pode atingir qualquer coisa, inclusive o coração do próprio arqueiro.
Veja algumas habilidades desejáveis nos pais:
a) Saber a hora de dizer “Sim” e saber a hora de dizer “Não”
É preciso saber dizer “não” – impor limites – mas, também é preciso saber ceder. É preciso dar-lhes espaço para crescer, tomar suas próprias decisões (mesmo sabendo que certas decisões não serão boas para eles).
O fato é que eles precisam aprender, inclusive por meio de seus próprios erros. Saber a hora de dizer “sim” é tão importante quanto ser forte para dizer “não”.
Todo bom general sabe quando é hora de atacar e quando é hora de recuar.
A retirada estratégica é tão preciosa quanto um ataque bem planejado.
b) Tratar seu filho com respeito
Respeite-o como ser humano, único, digno.
A criança tratada com respeito aprende a respeitar os outros.
Respeite suas etapas de crescimento, com seus conflitos e necessidades. Até mesmo as formas de motivar e corrigir mudam com o tempo. Por exemplo, um adolescente de 15 anos não se motiva do mesmo jeito que uma criança de 5. O mesmo se dá com o castigo: uma palmada na bunda aos 5 anos pode resolver muitas coisas, mas, aos 15 anos este tipo de castigo é inadequado.
c) Ser coerente
Ninguém gosta quando as “regras do jogo” são mudadas a cada instante, não é mesmo? Você gostaria de trabalhar com um chefe assim?
Agora imagine como deve ser para os filhos quando os pais mudam ou esquecem as regras que eles mesmos criaram?
Isso os deixa irritados e confusos! Lembre-se que a Bíblia nos alerta sobre isso: “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados” – Colossenses 3.5.
d) Preparar os filhos para a vida
Muitos pais ficam magoados quando os filhos começam a dar seus primeiros “vôos” sozinhos. Não fique assim!
Tal qual uma flecha depois de lançada, nossos filhos um dia irão embora e terão que se virar sozinhos. Encoraje-os a se tornarem independentes e prepare-os para este dia, treinando-os em pequenas, mas importantes tarefas do dia-a-dia, como, por exemplo, cozinhar, lavar suas próprias roupas, trabalhar, etc.
e) Amá-los incondicionalmente
Muitos filhos têm medo até de tentar devido ao medo de fracassar, pois pensam que seus pais não irão amá-los do mesmo jeito se fracassarem.
Afaste este fantasma da cabeça de seus filhos. Demonstre-lhes seu amor, afeto, carinho permanentemente. Beije-os, honre-os, abrace-os, mime-os. Amor não tem contra indicação. Carinho não estraga ninguém. Afeto não gera desafeto.
A certeza deste amor incondicional irá ajudá-los a crescer e a vencer.
5. A FLECHA PRECISA SER RETA
Nossos filhos também precisam de retidão de caráter, ética, moral.
Ultimamente tem-se falado muito em ética empresarial. Mas, não é deste tipo de ética que eu quero falar, pois a ética empresarial está preocupada tão-somente em oferecer ao cliente uma mercadoria ou serviço de qualidade – visando aumentar seus lucros – independentemente se há ou não ética na sua relação com o meio ambiente, fornecedores, concorrentes e funcionários.
Quero falar de uma ética mais profunda. Intrínseca. Própria do ser. Daquele tipo de caráter que jamais permitirá, por exemplo, lesar o próximo ou trair o cônjuge, quer esteja sendo observado ou não.
Este tipo de caráter não acontece por acaso. Aprende-se com os pais e com os ensinamentos bíblicos.
a) A influência dos pais:
- Através do diálogo
O diálogo permanente com os filhos – desde a mais tenra infância – é essencial para eles. Envolva-se com seus filhos. Conheça seus amigos. Os lugares que eles freqüentam. As ideologias das suas “tribos”. O que eles estão lendo, vendo e ouvindo. Converse com eles sobre drogas, álcool, gravidez, AIDS, violência no trânsito, violência em festas, envolvimento em crimes, amizades de risco, etc. Mas, por favor, não converse com seus filhos somente temas pesados. Converse também, futilidades. Coisas como música, futebol, notícias do dia, o próprio dia (se está bonito ou não), etc. Como você faz com seus amigos. Dê a sua opinião; ouça e valorize a opinião deles. Ajude-os a “interpretar” o mundo.
- Através dos exemplos do dia a dia
Seus filhos estão de olho em você. Você é o seu primeiro, maior e principal referencial deles. “O que você faz fala mais alto do que aquilo que você diz” (autor desconhecido).
Por exemplo, um pai que põe o filho ao telefone e o manda dizer que não está em casa, não conseguirá jamais convencê-lo que mentir é errado.
b) Os ensinamentos bíblicos
Ao contrário da ética e moral humana – que são filosóficas ou puramente pragmáticas – a ética e moral divina são REVELADAS.
Os princípios éticos e morais bíblicos são universais (aplicam-se a todos os homens, de todas as épocas e lugares) e são eternos, isto é, valiam no passado, valem hoje e continuarão a valer amanhã. Por exemplo, assassinar outro ser humano sempre foi errado e continuará a sê-lo em todos tempos, lugares e culturas.
Independentemente de sua religião, ensine para seus filhos a retidão de caráter preconizada na Bíblia. Os ensinamentos bíblicos não mudam – seus filhos jamais ficarão confundidos quando ao que é certo e errado, ou quanto ao que devem ou não fazer.
Além disso, abra seu coração e convide Jesus para entrar em sua vida e em sua casa. Quando o Espírito Santo de Deus age no coração humano, ele transforma a pessoa literalmente. A ética e a moral reveladas por Deus na Bíblia incorporam-se na alma do cristão.
6. A GRAÇA DE DEUS PRECISA SER UMA REALIDADE FAMILIAR
Ensine seus filhos a dependerem de Deus e da Sua graça.
Mesmo quando o arqueiro é forte e habilidoso, a flecha é reta e o alvo à frente é bem definido, ainda assim não há garantias de que a flecha irá atingir o alvo, pois no meio do caminho pode surgir um obstáculo ou um vento pode desviar a flecha.
O mesmo pode acontecer com nossos filhos: obstáculos podem aparecer no meio do caminho (influência negativa de amigos, vícios, prostituição, etc.) ou ventos contrários podem desviá-los do alvo (fatalidades, doenças, pobreza, desemprego, etc.).
Não podemos contar com a sorte, no que diz respeito aos de nossos filhos, pois a sorte pode falhar. Temos que contar com a graça de Deus, pois DEUS NUNCA FALHA.
Precisamos da graça de Deus. Somente Ele pode nos ajudar. Até mesmo quando as demais condições não estão naquele ponto ideal, Ele (e somente Ele) pode nos ajudar.
Sua graça redime, liberta, restaura, aperfeiçoa. Sua graça nos basta. Quando, enfim, nossos filhos atingirem o alvo, diremos em alta voz: Graças a Deus!
FILHOS SÃO FLECHAS:
- As flechas têm que estar na mão do guerreiro.
- É necessário que haja um alvo bem definido à frente.
- O arqueiro precisa ter braço forte.
- O arqueiro precisa ser habilidoso.
- A flecha precisa ser reta.
- A graça de Deus precisa ser uma realidade familiar.
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Autor: Pr Franco
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
NO DIVÃ DE DEUS
A palavra 'stress', tal como hoje é empregada, nos foi emprestada da engenharia, e define a pressão máxima que um objeto suporta sem se deformar. Portanto, 'stress', é um sinalizador de limites.
Do ponto de vista do comportamento humano, o Stress se refere ao limite máximo de pressão que um organismo suporta. A pessoa stressada está com suas dimensões orgânicas e psíquicas alteradas; fora dos padrões normais de funcionamento.
Sendo uma doença própria do homem, o Stress, não somente produz deformações, mas também, denuncia outras tantas produzidas dentro do próprio homem, pela não compreensão do verdadeiro sentido da existência.
A primeira grande deformação se dá no plano dos valores. O homem é muito mais do que uma máquina bio-psíquica. Somos muito mais do que um organismo com vontade, sentimentos e inteligência. Temos uma dimensão espiritual. Esta é a dimensão do nosso ser que transcende o biológico e psíquico, vai além do tempo, espaço e da matéria.
O 'stress' é, em última instância, uma síndrome da materialização da existência. O homem tornou-se escravo de um desejo incontido de possuir, de um medo crônico de perder, e de uma ansiedade doentia em relação ao dia do amanhã. Relegou a um plano secundário a sua espiritualidade e tornou-se escravo do ter. Vive engustiado. Está doente!
A solução para o problema do Stress está no divâ de Deus. Mais do que auto-ajuda, o homem precisa da ajuda do alto. O homem não pode prescindir de Deus. A sintonia entre a alma do homem e o Espírito de Deus é a única real possibilidade de superação do complexo bio-psíquico, pois a dimensão última do ser humano é espiritual.
Quando então o homem deita-se no divã de Deus? Quando começa a orar; exercitando a fé, a confiança, o louvor e a esperança. A oração abre caminhos para as intervenções de Deus. Ela nos coloca nas infinitas possibilidades do mundo espiritual, para além dos limites do bio-psíquico.
Contudo, é preciso orar com fé. Crer e ter fé não são a mesma coisa. A fé que remove montanhas não é aquela que sabe que Deus existe; mas, é aquela que, além de saber, interage com Deus. Sintoniza com Ele. Esta experiência de fé, que transcende a manipulação dos processos mentais, capitura o ser na direção de um relacionamento com Deus, pleno de possibilidades.
Hoje, Jesus diria com toda propriedade: "vinde a mim, vós que estais cansados e stressados, e vos aliviarei".
A presença de Deus é o alívio que nos falta!
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“Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas.” Hebreus 10-23
quarta-feira, 27 de julho de 2011
NÃO QUERO UM deus QUE FUNCIONE!
Já decidi: não quero um deus que funcione segundo minhas expectativas.
Não quero um deus que funcione de acordo com minhas orações.
Não quero um deus que funcione de acordo com a minha noção de justiça.
Não quero um deus que funcione a partir das minhas chantagens religiosas e minha birra espiritual.
Não quero um deus que funcione na solução dos meus problemas, para me arranjar um emprego, para curar meu filho, para me ajudar a realizar meus sonhos.
Não quero um deus que funcione toda vez que me coloco para cultuá-lo e ouvir Sua palavra.
Não quero um deus que funcione à base da manivela da minha prática religiosa e de minha limitada piedade.
Não quero um deus que funcione para aliviar minha mente estressada e meu coração carregado dos cuidados deste mundo.
Não quero um deus que seja à minha imagem e semelhança.
Rejeito este relacionamento utilitário com Deus. De olhar para Ele como uma máquina de abençoar pessoas. Como essas máquinas de refrigerante que a gente encontra nas lojas de conveniência. Uma máquina que, para funcionar, precisa das moedas da oração, da leitura da bíblia, do jejum, da participação regular nas atividades da igreja, do exercício constante e rígido para manter a santidade e não pecar, e assim por diante. Não quero um deus conveniente.
Rejeito esse evangelho que diz que Deus irá me abençoar apenas quando eu fizer determinadas coisas corretamente, que irá amar-me mais se eu tiver determinadas atitudes, que irá escolher-me para coisas importantes se meu coração estiver perfeito em sua presença.
Não quero um deus que funcione a partir de mim mesmo. Esse não é o deus verdadeiro, mas sim o resultado frágil do meu próprio egoísmo, que lá no fundo busca um deus que lhe sirva para todos os fins.
Não, não quero um deus para funcionar. Hoje eu quero um Deus para me relacionar, para conhecer na intimidade, para reconhecer Sua soberania e submeter-me aos Seus propósitos. Quero um Deus para adorar, para amar, para me entregar, ainda que em minha vida as coisas não funcionem como eu gostaria . Quero um Deus para crer e manter-me fiel, ainda que isso implique em permanecer enfermo, desempregado, ou viver outras circunstâncias contrárias.
Não estou procurando funcionalidade, mas relacionamento. Talvez o mesmo relacionamento do filho pródigo com seu pai (Lc 15). Um relacionamento baseado na graça e no amor do Pai, o qual, em todo o tempo, manteve aberta a porta do abraço e do beijo.
Quero ter com Deus o relacionamento de Arão, cujo privilégio foi ouvir do próprio Deus: “Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles nenhuma porção terás,: eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel.” (Números 18:20).
Já decidi: esse será o grande alvo da minha vida!
Deus nos abençoe
----
por Pr. Luiz Henrique Solano Rossi
Pastor da Igreja Presbiteriana “Cristo é Vida” de Bridgeport, Connecticut
Não quero um deus que funcione de acordo com minhas orações.
Não quero um deus que funcione de acordo com a minha noção de justiça.
Não quero um deus que funcione a partir das minhas chantagens religiosas e minha birra espiritual.
Não quero um deus que funcione na solução dos meus problemas, para me arranjar um emprego, para curar meu filho, para me ajudar a realizar meus sonhos.
Não quero um deus que funcione toda vez que me coloco para cultuá-lo e ouvir Sua palavra.
Não quero um deus que funcione à base da manivela da minha prática religiosa e de minha limitada piedade.
Não quero um deus que funcione para aliviar minha mente estressada e meu coração carregado dos cuidados deste mundo.
Não quero um deus que seja à minha imagem e semelhança.
Rejeito este relacionamento utilitário com Deus. De olhar para Ele como uma máquina de abençoar pessoas. Como essas máquinas de refrigerante que a gente encontra nas lojas de conveniência. Uma máquina que, para funcionar, precisa das moedas da oração, da leitura da bíblia, do jejum, da participação regular nas atividades da igreja, do exercício constante e rígido para manter a santidade e não pecar, e assim por diante. Não quero um deus conveniente.
Rejeito esse evangelho que diz que Deus irá me abençoar apenas quando eu fizer determinadas coisas corretamente, que irá amar-me mais se eu tiver determinadas atitudes, que irá escolher-me para coisas importantes se meu coração estiver perfeito em sua presença.
Não quero um deus que funcione a partir de mim mesmo. Esse não é o deus verdadeiro, mas sim o resultado frágil do meu próprio egoísmo, que lá no fundo busca um deus que lhe sirva para todos os fins.
Não, não quero um deus para funcionar. Hoje eu quero um Deus para me relacionar, para conhecer na intimidade, para reconhecer Sua soberania e submeter-me aos Seus propósitos. Quero um Deus para adorar, para amar, para me entregar, ainda que em minha vida as coisas não funcionem como eu gostaria . Quero um Deus para crer e manter-me fiel, ainda que isso implique em permanecer enfermo, desempregado, ou viver outras circunstâncias contrárias.
Não estou procurando funcionalidade, mas relacionamento. Talvez o mesmo relacionamento do filho pródigo com seu pai (Lc 15). Um relacionamento baseado na graça e no amor do Pai, o qual, em todo o tempo, manteve aberta a porta do abraço e do beijo.
Quero ter com Deus o relacionamento de Arão, cujo privilégio foi ouvir do próprio Deus: “Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles nenhuma porção terás,: eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel.” (Números 18:20).
Já decidi: esse será o grande alvo da minha vida!
Deus nos abençoe
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por Pr. Luiz Henrique Solano Rossi
Pastor da Igreja Presbiteriana “Cristo é Vida” de Bridgeport, Connecticut
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Realmente culpado
A GRAÇA É TUDO PARA QUEM NADA MERECE
Um homem estava preenchendo uma ficha de candidato a emprego quando leu a pergunta “Já foi preso alguma vez? Ele respondeu: “Não.”
A próxima pergunta direcionada aos que responderam “Sim” para a pergunta anterior, era “Por quê?” O candidato respondeu mesmo assim: “Nunca fui apanhado.” Ele com certeza sabia que era culpado por muitas coisas!
O apóstolo Paulo também era. Ele sabia que tinha errado e pecado contra Deus, e escreveu: “…noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente…” (1 Timóteo 1:13). Considerava-se até mesmo o “principal” dos pecadores (v.15).
Um dia nós também estávamos separados do Senhor por causa do nosso pecado e éramos considerados Seus inimigos (Romanos 5:10; Colossenses 1:21). Porém ao confessarmos nosso pecado e reconhecermos a necessidade do Seu perdão, Ele nos purificou e nos fez nova criatura.
Nós que já conhecemos o Senhor há muitos anos, podemos ter a tendência de esquecer que fomos resgatados e perdoados. Compartilhar sobre os nossos erros do passado e do presente e louvar a Deus por Seu perdão, nos ajudará a não tratarmos as pessoas que ainda não tiveram um encontro pessoal com Deus como se nós fossemos mais “santos” do que elas.
Todos nós somos culpados por muitas coisas e Deus merece toda a glória por Sua misericórdia.
---AMC
Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor… —1 Timóteo 1:14
Um homem estava preenchendo uma ficha de candidato a emprego quando leu a pergunta “Já foi preso alguma vez? Ele respondeu: “Não.”
A próxima pergunta direcionada aos que responderam “Sim” para a pergunta anterior, era “Por quê?” O candidato respondeu mesmo assim: “Nunca fui apanhado.” Ele com certeza sabia que era culpado por muitas coisas!
O apóstolo Paulo também era. Ele sabia que tinha errado e pecado contra Deus, e escreveu: “…noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente…” (1 Timóteo 1:13). Considerava-se até mesmo o “principal” dos pecadores (v.15).
Um dia nós também estávamos separados do Senhor por causa do nosso pecado e éramos considerados Seus inimigos (Romanos 5:10; Colossenses 1:21). Porém ao confessarmos nosso pecado e reconhecermos a necessidade do Seu perdão, Ele nos purificou e nos fez nova criatura.
Nós que já conhecemos o Senhor há muitos anos, podemos ter a tendência de esquecer que fomos resgatados e perdoados. Compartilhar sobre os nossos erros do passado e do presente e louvar a Deus por Seu perdão, nos ajudará a não tratarmos as pessoas que ainda não tiveram um encontro pessoal com Deus como se nós fossemos mais “santos” do que elas.
Todos nós somos culpados por muitas coisas e Deus merece toda a glória por Sua misericórdia.
---AMC
Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor… —1 Timóteo 1:14
terça-feira, 28 de junho de 2011
The joyful gift of forgiving.
Where does a mother garner the strength to stand in a courtroom and forgive the man who murdered her daughter? How do Jews ever forgive the Nazis for the Holocaust?
Jesus’ teachings on this subject were revolutionary: “Love your enemies as yourself. Pray for those who persecute you. Forgive people seventy times seven." Jesus reminds us that, just as God forgives us, we are expected to do the same for others.
Still, His teachings on forgiveness are more for our benefit because He wants us to let go of the bitterness and anger we hold on to. He knows that our feelings of anger, resentment and hatred will not hurt the other person to the degree they can destroy us, even to the point of making us sick.
Just saying, “I forgive you,” releases you from emotional, physical and spiritual bondage. It sets us free to move on with life and His glorious plan.
Forgive and let it go.
Matthew 5:38-48
--extracted to http://www.thejourneysproject.com/
O dom de perdoar
Onde é que uma mãe reune forças para estar diante de um tribunal e perdoar o homem que assassinou sua filha?
Como os judeus perdoaram os nazistas pelo Holocausto?
Os ensinamentos de Jesus sobre este assunto foram revolucionários: "Amai a vossos inimigos como a ti mesmo. Orai pelos que vos perseguem. Perdoe as pessoas setenta vezes sete. "
Jesus nos lembra que, assim como Deus nos perdoa, ele espera que façamos o mesmo para com os outros.
Ainda assim, seus ensinamentos sobre o perdão são mais para o nosso benefício, porque Ele quer que deixemos de lado a amargura e raiva em que nos agarramos.
Ele sabe que os nossos sentimentos de raiva, ressentimento e ódio não vão machucar a outra pessoa com o grau em que podem nos destruir, ao ponto de nos fazer adoecer.
Apenas dizendo, "Eu te perdôo", é que você se liberta da escravidão emocional, física e espiritual. Isto nos liberta para seguirmos em frente com a vida e alcançarmos o glorioso plano de Deus para nós.
Perdoe e siga em frente.
Mateus 5: 38-48
--extraído de http://www.thejourneysproject.com/
quarta-feira, 22 de junho de 2011
What we do...
Put your works into the hands of the Lord, and your purposes will be made certain (Proverbs 16:3 )
There are many ways not to submit to the Lord what we do.
Some people rely only superficially. They say that their designs are made to the Lord, but actually working for themselves.
Others rely temporarily GOD their interests, but claim to control when things cease to flow the way they expect.
There are still others who do a complete job for the Lord, but not committed personal effort and wonder why you do not succeed.
We must keep the balance. Trust in God, because everything depends on Him and at the same time, do our part in the work.
Think of something specific that you are doing today. You entrusted it to the Lord?
[source: Application Bible - Personal CPAD]
There are many ways not to submit to the Lord what we do.
Some people rely only superficially. They say that their designs are made to the Lord, but actually working for themselves.
Others rely temporarily GOD their interests, but claim to control when things cease to flow the way they expect.
There are still others who do a complete job for the Lord, but not committed personal effort and wonder why you do not succeed.
We must keep the balance. Trust in God, because everything depends on Him and at the same time, do our part in the work.
Think of something specific that you are doing today. You entrusted it to the Lord?
[source: Application Bible - Personal CPAD]
O que fazemos...
Provérbios 16.3 Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.
Existem muitas formas de não submetermos ao SENHOR aquilo que fazemos.
Algumas pessoas confiam apenas superficialmente. Dizem que os seus projetos são feitos para o SENHOR, mas na verdade trabalham para si mesmas.
Outros confiam temporariamente a DEUS seus interesses, mas reivindicam o controle no momento em que as coisas deixam de fluir da maneira que esperam.
Há ainda outros que realizam uma tarefa completa para o SENHOR, mas não empenham esforço pessoal e se perguntam por que não tem sucesso.
Devemos manter o equilíbrio. Confiar em DEUS, porque tudo depende dEle e, ao mesmo tempo, fazer a nossa parte no trabalho. Pense em algo específico que você está realizando atualmente. Você o confiou ao SENHOR?
--[fonte: Bíblia de Aplicação Pessoal – CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus]
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Too many choices
We have so many choices today, we may find ourselves confused.
Usually, I have found to go with what I am already good at.
I enjoy people and I also enjoy being alone.
So when I am with people I dive into their worlds and enjoy them. When I have a day alone I enjoy the time, and I find I am not alone, God is always right here with me, so we enjoy each other, as you should, when you are alone but not really alone.
Yes you might cry, and you might laugh, and you will probably get some understanding that you needed for that day.
Take care of yourself and your relationship with your eternal father, it is most important.
---
byLandon Easley
Read more: http://oceanofgrace.org/2011/06/17/too-many-choices/#ixzz1PYgLiSxv
---
"God looked down from heaven upon the humanity, to see if there were anyone that did understand, That did seek after God". Psalms 53.2
When we become confused we may stop because the path for us is not clear to us. Stopping is ok for awhile to rethink, to read God’s word, to meditate on it and to pray to our God and ask Him to show us the way we are to go. Then, with faith, stepping out knowing He is with us we can get going again. Sometimes (usually) it is a slow process and at the same time the years fly by. So what are you waiting for?
Usually, I have found to go with what I am already good at.
I enjoy people and I also enjoy being alone.
So when I am with people I dive into their worlds and enjoy them. When I have a day alone I enjoy the time, and I find I am not alone, God is always right here with me, so we enjoy each other, as you should, when you are alone but not really alone.
Yes you might cry, and you might laugh, and you will probably get some understanding that you needed for that day.
Take care of yourself and your relationship with your eternal father, it is most important.
---
byLandon Easley
Read more: http://oceanofgrace.org/2011/06/17/too-many-choices/#ixzz1PYgLiSxv
---
"God looked down from heaven upon the humanity, to see if there were anyone that did understand, That did seek after God". Psalms 53.2
Graça suficiente
Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.
2 Coríntios 12.9
Como podemos enfrentar situações desconcertantes e difíceis, se não podemos ver, no momento, o propósito de Deus nelas?
Primeiro,
recebendo-as como vindas de Deus e perguntando a nós mesmos que reação o evangelho requer de nós em cada caso.
Segundo,
buscando a face de Deus especificamente a respeito dessas situações.
Se fizermos estas duas coisas, nunca estaremos em completa escuridão quanto ao propósito de Deus para nossas dificuldades.
Sempre poderemos ver pelo menos o que foi permitido a Paulo ver quanto ao seu espinho na carne (qualquer que fosse). Ele diz que recebeu o espinho como “um mensageiro de Satanás” (2Co 12.7), que o tentava a pensar mal de Deus. Ele resistiu a essa tentação e buscou a face de Cristo por três vezes, pedindo-lhe que a removesse. A única resposta que ele recebeu foi esta: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (v. 9).
Para escrever:
O que você acha dessas duas reações a situações difíceis sugeridas no texto acima? Acha que são naturais ou difíceis? Experimente segui-las em uma situação difícil que esteja enfrentando. Anote os resultados.
---
Retirado de O Conhecimento de Deus Ao Longo do Ano (Editora Ultimato, 2008)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Presciência e eternidade
--por Rubem Amorese--
Leio no devocionário Refeições Diárias com Jesus (27 de janeiro) que Deus, ciente de que eu faria mau uso da liberdade, “providenciou um meio de recuperar-me muito antes da fundação do mundo”. E então penso: que providência fantástica!
Percebo um compreensível cuidado do autor ao falar de “presciência”. Ele harmoniza sua linguagem com a dos autores bíblicos para não entrar, desnecessariamente, em terreno polêmico.
Entretanto, gostaria de me inspirar nessa bela devocional para ousar, por minha conta e risco, uma ampliação da ideia de “presciência”, tradicionalmente compreendida como “antevisão” (Rm 8.29-30). É como se Deus olhasse por uma luneta temporal: à distância, antes da fundação do mundo, ele olha para o futuro e percebe que os homens fariam mau uso da sua liberdade; e desde então, concebe o plano de salvação. Sem dúvida, uma concepção bíblica.
A “presciência” de Deus, para mim, está associada ao conceito de “eternidade”. Esta, entendida como “todo o tempo”, em vez de um “longo tempo”. Acompanhe-me, por favor.
Repare que os verbos que falam de tempo, nas Escrituras, estão sempre no pretérito. Mesmo quando se referem ao futuro. “Eis que tudo era muito bom”. O Apocalipse é todo escrito no tempo passado. Eu diria no “pretérito profético” (invenção minha). A razão disso é que Deus “estava” presente em fatos que, para nós, prisioneiros do tempo (kronos), são futuros; mas para Deus, que habita o “kairos”, a eternidade, são presentes.
Sendo viável essa proposta, Deus não apenas olhou para o futuro; ele também fez-se presente em todos os fatos da história: passados, presentes e futuros.
Imagine-se redigindo o livro de Gênesis. Que tempo de verbo você usaria para o descanso do sétimo dia? E no Apocalipse, que tempo usaria para falar da descida da Nova Jerusalém? Sim, passado. Porém, como João “viu” esses últimos acontecimentos? Ele foi transportado por Deus às cenas, para presenciá-las: “Achei-me em espírito, no dia do Senhor” (Ap 1.10). Curioso: “presenciar” é estar “presente”. Mesmo no futuro.
Creio que Deus “sabia” porque tudo “presenciou”. Entendo, assim, que ele me elegeu, antes da fundação do mundo, porque esteve presente em todos os meus dias e viu as respostas que dei ao seu Filho, mediante o seu Espírito. Com efeito, ele não somente tinha ciência de que eu faria mau uso da liberdade, como presenciou cada vez que isso aconteceu. Porém, presenciou também (e participou de) meus desesperados gestos de contrição, em busca de seu perdão. E, por sua graça, lançou meus pecados sobre o Cordeiro, eternamente imolado.
É assim que eu compreendo (e, pela fé, me alegro com) a minha eleição. Penso que Deus, que “de antemão conheceu” todos os meus dias, “estava comigo” na hora da partida. Vejo que ali, diante do meu corpo, naquele momento sagrado em que kronos e “kairos” se encontram (At 7.55-56), ele sacrificou seu Filho por mim. Diante dele, estávamos morrendo juntos.
Nesse momento extremo, Jesus, “presente”, poderia ter-me dito: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. E assim se fez (digo pela fé). E houve tarde e manhã, meu grande dia.
---
por Rubem Amorese - consultor legislativo no Senado Federal e presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. É autor de, entre outros, Louvor, Adoração e Liturgia e Fábrica de Missionários -- nem leigos, nem santos.
---
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Today I Will Make a Difference
Today I will make a difference.
I will begin by controlling my thoughts. A person is the product of his thoughts. I want to be happy and hopeful. Therefore, I will have thoughts that are happy and hopeful. I refuse to be victimized by my circumstances. I will not let petty inconveniences such as stoplights, long lines, and traffic jams be my masters. I will avoid negativism and gossip. Optimism will be my companion, and victory will be my hallmark.
Today I will make a difference.
I will be grateful for the twenty-four hours that are before me. Time is a precious commodity. I refuse to allow what little time I have to be contaminated by self-pity, anxiety, or boredom. I will face this day with the joy of a child and the courage of a giant. I will drink each minute as though it is my last. When tomorrow comes, today will be gone forever. While it is here, I will use it for loving and giving.
Today I will make a difference.
I will not let past failures haunt me. Even though my life is scarred with mistakes, I refuse to rummage through my trash heap of failures. I will admit them. I will correct them. I will press on. Victoriously. No failure is fatal. It’s OK to stumble… . I will get up. It’s OK to fail… . I will rise again.
Today I will make a difference.
I will spend time with those I love. My spouse, my children, my family. A man can own the world but be poor for the lack of love. A man can own nothing and yet be wealthy in relationships. Today I will spend at least five minutes with the significant people in my world. Five quality minutes of talking or hugging or thanking or listening. Five undiluted minutes with my mate, children, and friends.
Today I will make a difference.
-- by Max Lucado—Weekly Email Devocional
Hoje vou fazer a diferença
Hoje vou fazer a diferença.
Vou começar por controlar meus pensamentos. Uma pessoa é o produto de seus pensamentos. Eu quero ser feliz e esperançoso. Portanto, vou ter pensamentos que são felizes e esperançosos.
Eu me recuso a ser vítima de minhas circunstâncias. Eu não vou deixar pequenos inconvenientes, tais como semáforos, longas filas e engarrafamentos ser meus senhores. Vou evitar negativismo e fofocas.
Otimismo será meu companheiro, e a vitória será minha marca registrada.
Hoje vou fazer a diferença.
Serei grato pelo 24 horas que estão diante de mim. O tempo é um bem precioso. Eu me recuso a permitir que o pouco tempo que tenho de ser contaminada por auto-comiseração, ansiedade ou tédio. Eu vou enfrentar este dia com a alegria de uma criança e a coragem de um gigante. Eu vou beber cada minuto como se fosse o último. Quando o amanhã chegar, hoje terá ido para sempre. Enquanto ele estiver aqui, vou usá-lo para amar e dar.
Hoje vou fazer a diferença.
Não vou deixar que as falhas do passado me assombrem.
Mesmo que minha vida esteja cicatrizada com erros, eu me recuso a vasculhar minha pilha de lixo de falhas.
Eu vou admiti-los. Vou corrigi-los. Eu vou em frente. Vitorioso. Nenhuma falha é fatal. Tudo bem ... se eu tropeçar. Eu vou me levantar. OK para a falha .... Eu vou me levantar novamente.
Hoje vou fazer a diferença.
Vou passar mais tempo com aqueles que eu amo. Minha esposa, meu marido, meus filhos, minha família.
Um homem pode ser dono do mundo, mas ser pobre para a falta de amor.
Um homem pode possuir nada e ainda ser rico nos relacionamentos.
Hoje vou passar pelo menos cinco minutos com as pessoas importantes no meu mundo. Cinco minutos de qualidade de falar ou abraçar ou agradecer ou ouvir. Cinco minutos diluído com o meu companheiro, filhos e amigos.
Hoje vou fazer a diferença.
--Max Lucado—Weekly Email Devocional
Vou começar por controlar meus pensamentos. Uma pessoa é o produto de seus pensamentos. Eu quero ser feliz e esperançoso. Portanto, vou ter pensamentos que são felizes e esperançosos.
Eu me recuso a ser vítima de minhas circunstâncias. Eu não vou deixar pequenos inconvenientes, tais como semáforos, longas filas e engarrafamentos ser meus senhores. Vou evitar negativismo e fofocas.
Otimismo será meu companheiro, e a vitória será minha marca registrada.
Hoje vou fazer a diferença.
Serei grato pelo 24 horas que estão diante de mim. O tempo é um bem precioso. Eu me recuso a permitir que o pouco tempo que tenho de ser contaminada por auto-comiseração, ansiedade ou tédio. Eu vou enfrentar este dia com a alegria de uma criança e a coragem de um gigante. Eu vou beber cada minuto como se fosse o último. Quando o amanhã chegar, hoje terá ido para sempre. Enquanto ele estiver aqui, vou usá-lo para amar e dar.
Hoje vou fazer a diferença.
Não vou deixar que as falhas do passado me assombrem.
Mesmo que minha vida esteja cicatrizada com erros, eu me recuso a vasculhar minha pilha de lixo de falhas.
Eu vou admiti-los. Vou corrigi-los. Eu vou em frente. Vitorioso. Nenhuma falha é fatal. Tudo bem ... se eu tropeçar. Eu vou me levantar. OK para a falha .... Eu vou me levantar novamente.
Hoje vou fazer a diferença.
Vou passar mais tempo com aqueles que eu amo. Minha esposa, meu marido, meus filhos, minha família.
Um homem pode ser dono do mundo, mas ser pobre para a falta de amor.
Um homem pode possuir nada e ainda ser rico nos relacionamentos.
Hoje vou passar pelo menos cinco minutos com as pessoas importantes no meu mundo. Cinco minutos de qualidade de falar ou abraçar ou agradecer ou ouvir. Cinco minutos diluído com o meu companheiro, filhos e amigos.
Hoje vou fazer a diferença.
--Max Lucado—Weekly Email Devocional
terça-feira, 14 de junho de 2011
ENSINA-NOS A CONTAR NOSSOS DIAS
Um homem viveu dez anos na terra, mas talvez lhe seja contado apenas um dia; por outro lado, um dia também pode valer mil dias. Davi disse que um dia nos átrios do Senhor vale mais que mil (Sl 84:10). Por isso, nosso serviço a Deus não é vão. Os dias celestiais não são contados como as vinte e quatro horas de um dia. A contagem é espiritual, portanto, um dia nosso não significa necessariamente um dia nesta contagem.
Todos os que são pelo Senhor estão na luz, e todas as coisas sem Ele são cheias de trevas. Na Bíblia, há um versículo muito triste: "[Judas] tendo recebido o bocado, saiu imediatamente. E era noite" (Jo 13:30). Esse é o versículo mais negro. Judas saiu da presença do Senhor para traí-Lo. Isso são trevas eternas. A partir desse dia, essa pessoa não tem mais dia claro, está sem luz, só tem trevas. Apartar-se do Senhor é algo muito perigoso. Quando não houver o Senhor, haverá noite. Portanto, cada um de nós deve começar a contar e determinar como viver os dias de agora em diante. Espero que não somente deixemos de perder tempo, mas também façamos um dia valer mil, andando cada dia sem jamais parar, cada passo sendo dado na luz da vontade de Deus. Não espere mais! Quando permanecemos caídos, esse tempo é perdido! Não importa por que tenha caído, levante-se outra vez e ande.
---trecho do livro ENSINA-NOS A CONTAR NOSSOS DIAS de Watchman Nee
Todos os que são pelo Senhor estão na luz, e todas as coisas sem Ele são cheias de trevas. Na Bíblia, há um versículo muito triste: "[Judas] tendo recebido o bocado, saiu imediatamente. E era noite" (Jo 13:30). Esse é o versículo mais negro. Judas saiu da presença do Senhor para traí-Lo. Isso são trevas eternas. A partir desse dia, essa pessoa não tem mais dia claro, está sem luz, só tem trevas. Apartar-se do Senhor é algo muito perigoso. Quando não houver o Senhor, haverá noite. Portanto, cada um de nós deve começar a contar e determinar como viver os dias de agora em diante. Espero que não somente deixemos de perder tempo, mas também façamos um dia valer mil, andando cada dia sem jamais parar, cada passo sendo dado na luz da vontade de Deus. Não espere mais! Quando permanecemos caídos, esse tempo é perdido! Não importa por que tenha caído, levante-se outra vez e ande.
---trecho do livro ENSINA-NOS A CONTAR NOSSOS DIAS de Watchman Nee
sexta-feira, 3 de junho de 2011
What can be more difficult than this?
(James Smith, “Nothing Impossible” 1861)
“For with God, nothing shall be impossible!” Luke 1:37
Look at the Fact.
There are no impossibilities with God! He can do — as He will. He will do — all that He has promised. He has promised to do all that you can need or even wisely desire. In Mary’s case, much faith was required — it was exercised and honored.
A virgin did bear a son.
That son was free from all taint of sin.
That son was divine.
That divine Son was the Savior of men.
What can be more difficult than this?
What should stagger us, after this?
Look at what God IS:
look at His power and grace,
look at His wisdom and wealth,
look at His pity and compassion,
look at His greatness and glory.
Look at what God has DONE:
in nature — by His power,
in providence — by His wisdom,
in redemption — by His grace.
And looking at what God is, and at what He has done — you must come to the conclusion, “With God, nothing is impossible!”
Let us use this fact for our own benefit.
Nothing shall be impossible with God!
Not the conversion of that obstinate child.
Not that hardened husband.
Not that trying and degraded wife.
Not the restoration of that backslider — as low as he may have sunk, and far as he may have gone.
Not the pardon of those sins — as great, glaring, and numerous as they may be.
Not the sanctification of that trouble — as deep, trying, and dreadful as it is.
Not the bringing of the greatest good out of that worst evil — though it may have alarmed and terrified you.
Not the perfecting of the soul in holiness — as sinful and polluted as it is at present.
No, nothing is too hard for the Lord! Therefore cheer up, press on, take up your cross or burden afresh — and bear it after Jesus.
Let this precious truth, feed and strengthen your faith — that you may be strong in the Lord and in the power of His might.
Let it excite and animate your hope — that you may expect great things from God.
Let it stimulate you in prayer — that you may ask largely of God, and ask with confidence too.
Let it crush your fears — that you may press boldly on, until you reach the mark, for the prize of the high calling of God in Christ Jesus.
Let it stir you up to exertion — for as nothing shall be impossible to God, so nothing shall be impossible to you, which you undertake with His sanction, and with a view to His glory.
Let it encourage and call forth praise — for how grateful and thankful we should be, that our God can do all things, and therefore will do for us, all that is necessary both in life and death.
Let us keep this sweet truth always in mind, and when cast down — chide our fears and excite our hopes, saying, “With God, nothing shall be impossible!”
Difficulties often crowd the believer’s path, and trials line his way. Obstacles and opposition meet him at almost every turn. What to do at times — he scarcely knows, for he has been disappointed so often, and is now so completely baffled — that his way is hedged up with thorns! Look whichever way he will, or to whatever quarter he may — there is something to discourage him, and cast him down!
It is of no use looking any way, or to any one — but to the Lord; and while looking to Him, it will be well to remember what the angel said to the blessed virgin, to excite and strengthen her faith, “For with God, nothing shall be impossible.”
---
Read more: http://oceanofgrace.org/2011/03/08/what-can-be-more-difficult-than-this/#ixzz1OD7Stp8B
“For with God, nothing shall be impossible!” Luke 1:37
Look at the Fact.
There are no impossibilities with God! He can do — as He will. He will do — all that He has promised. He has promised to do all that you can need or even wisely desire. In Mary’s case, much faith was required — it was exercised and honored.
A virgin did bear a son.
That son was free from all taint of sin.
That son was divine.
That divine Son was the Savior of men.
What can be more difficult than this?
What should stagger us, after this?
Look at what God IS:
look at His power and grace,
look at His wisdom and wealth,
look at His pity and compassion,
look at His greatness and glory.
Look at what God has DONE:
in nature — by His power,
in providence — by His wisdom,
in redemption — by His grace.
And looking at what God is, and at what He has done — you must come to the conclusion, “With God, nothing is impossible!”
Let us use this fact for our own benefit.
Nothing shall be impossible with God!
Not the conversion of that obstinate child.
Not that hardened husband.
Not that trying and degraded wife.
Not the restoration of that backslider — as low as he may have sunk, and far as he may have gone.
Not the pardon of those sins — as great, glaring, and numerous as they may be.
Not the sanctification of that trouble — as deep, trying, and dreadful as it is.
Not the bringing of the greatest good out of that worst evil — though it may have alarmed and terrified you.
Not the perfecting of the soul in holiness — as sinful and polluted as it is at present.
No, nothing is too hard for the Lord! Therefore cheer up, press on, take up your cross or burden afresh — and bear it after Jesus.
Let this precious truth, feed and strengthen your faith — that you may be strong in the Lord and in the power of His might.
Let it excite and animate your hope — that you may expect great things from God.
Let it stimulate you in prayer — that you may ask largely of God, and ask with confidence too.
Let it crush your fears — that you may press boldly on, until you reach the mark, for the prize of the high calling of God in Christ Jesus.
Let it stir you up to exertion — for as nothing shall be impossible to God, so nothing shall be impossible to you, which you undertake with His sanction, and with a view to His glory.
Let it encourage and call forth praise — for how grateful and thankful we should be, that our God can do all things, and therefore will do for us, all that is necessary both in life and death.
Let us keep this sweet truth always in mind, and when cast down — chide our fears and excite our hopes, saying, “With God, nothing shall be impossible!”
Difficulties often crowd the believer’s path, and trials line his way. Obstacles and opposition meet him at almost every turn. What to do at times — he scarcely knows, for he has been disappointed so often, and is now so completely baffled — that his way is hedged up with thorns! Look whichever way he will, or to whatever quarter he may — there is something to discourage him, and cast him down!
It is of no use looking any way, or to any one — but to the Lord; and while looking to Him, it will be well to remember what the angel said to the blessed virgin, to excite and strengthen her faith, “For with God, nothing shall be impossible.”
---
Read more: http://oceanofgrace.org/2011/03/08/what-can-be-more-difficult-than-this/#ixzz1OD7Stp8B
terça-feira, 24 de maio de 2011
TUDO TEM SEU TEMPO...
D+ né?
Não precisa mesmo de palavras...
Me fez lembrar que TUDO TEM SEU TEMPO...
Bíblia, livro de Eclesiastes, CAPÍTULO 3
1 Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;
4 tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
6 tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
7 tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
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enviado por Gilmar Souza em 31/03/2006
quinta-feira, 19 de maio de 2011
SE VOCÊ AO MENOS SOUBESSE...
Bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Jeremias 29.11
Todos os dias, a ajuda estendida por Deus é mal interpretada, como se fosse para ferir.
Reclamamos de janela fechada, sem perceber a saída logo abaixo. Escapamos da vara que nos guia, e fugimos dos dedos que libertam.
"Se você ao menos soubesse..." são as palavras de Deus para nós.
Nenhuma preleção. Nenhum discurso. Nenhum sermão sobre tudo o que Deus faz para nos salvar. Nenhum dedo apontando nosso passado. Nada disso. Só um apelo . um apelo à confiança."Se você ao menos soubesse...
"Se você ao menos soubesse que eu vim para salvar e não condenar... Se ao menos soubesse que o amanhã será melhor que hoje... Se você ao menos soubesse o presente que eu trouxe: vida eterna... Se você ao menos soubesse que eu o quero salvo em casa...."
Se ao menos soubesse..
Das palavras que saem lábios de Deus. Quanta bondade em deixar-nos ouvi-las. Como é importante pararmos para escutá-las. Se ao menos soubéssemos confiar... Confiar que Deus deseja o melhor. Confiar que Ele está falando sério quando afirma: " Bem sei os pensamentos que penso de vós diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais"(Jer.29.11)
Se ao menos pudéssemos aprender a confiar nEle...
Mas como é difícil! Trememos e nos esquivamos da mão que chega para ajudar. Esquecemos que Ele é o piloto e nós, seus passageiros.
Acusamos, falsamente. Rejeitamos, ingenuamente. Se ao menos soubéssemos.
Quando Ele lavou os pés dos discípulos, estava lavando os nosso; quando acalmou a tempestade deles, estava acalmando sa suas; quando perdoou Pedro, estava perdoando todos os arrependidos. Se ao menos soubéssemos..
Ele ainda envia pombas para convencer os perdidos, e música para inspirar a dança.
Ele ainda faz de nossa tempestade seu caminho; de nosso túmulos, sua prova; de nossa alma, sua paixão.
Ele não mudou
Ele poda "nossos galhos" para que possamos dar frutos.
Ele chama as ovelhas para que fiquem seguras;
Seu trovão ainda é gentil.
E sua suavidade ainda troveja.
Se você ao menos conhecesse "o dom de Deus, e quem é o que diz..."
O dom e o Doador. Se você conhece, conhece tudo o que precisa.
---Texto extraido do livro "Ouvindo Deus na Tormenta" - Max Lucado
Um abençoado dia a todos!
"Nós vemos as ondas das águas em vez de ver o Salvador andando sobre elas. Focalizamos nossas irrisória provisão, em vez de olhar para aquEle que pode alimentar cinco mil pessoas famintas. Concentramo-nos na escura sexta-feira da crucificação, e perdemos o brilhante domingo da ressureição."
Todos os dias, a ajuda estendida por Deus é mal interpretada, como se fosse para ferir.
Reclamamos de janela fechada, sem perceber a saída logo abaixo. Escapamos da vara que nos guia, e fugimos dos dedos que libertam.
"Se você ao menos soubesse..." são as palavras de Deus para nós.
Nenhuma preleção. Nenhum discurso. Nenhum sermão sobre tudo o que Deus faz para nos salvar. Nenhum dedo apontando nosso passado. Nada disso. Só um apelo . um apelo à confiança."Se você ao menos soubesse...
"Se você ao menos soubesse que eu vim para salvar e não condenar... Se ao menos soubesse que o amanhã será melhor que hoje... Se você ao menos soubesse o presente que eu trouxe: vida eterna... Se você ao menos soubesse que eu o quero salvo em casa...."
Se ao menos soubesse..
Das palavras que saem lábios de Deus. Quanta bondade em deixar-nos ouvi-las. Como é importante pararmos para escutá-las. Se ao menos soubéssemos confiar... Confiar que Deus deseja o melhor. Confiar que Ele está falando sério quando afirma: " Bem sei os pensamentos que penso de vós diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais"(Jer.29.11)
Se ao menos pudéssemos aprender a confiar nEle...
Mas como é difícil! Trememos e nos esquivamos da mão que chega para ajudar. Esquecemos que Ele é o piloto e nós, seus passageiros.
Acusamos, falsamente. Rejeitamos, ingenuamente. Se ao menos soubéssemos.
Quando Ele lavou os pés dos discípulos, estava lavando os nosso; quando acalmou a tempestade deles, estava acalmando sa suas; quando perdoou Pedro, estava perdoando todos os arrependidos. Se ao menos soubéssemos..
Ele ainda envia pombas para convencer os perdidos, e música para inspirar a dança.
Ele ainda faz de nossa tempestade seu caminho; de nosso túmulos, sua prova; de nossa alma, sua paixão.
Ele não mudou
Ele poda "nossos galhos" para que possamos dar frutos.
Ele chama as ovelhas para que fiquem seguras;
Seu trovão ainda é gentil.
E sua suavidade ainda troveja.
Se você ao menos conhecesse "o dom de Deus, e quem é o que diz..."
O dom e o Doador. Se você conhece, conhece tudo o que precisa.
---Texto extraido do livro "Ouvindo Deus na Tormenta" - Max Lucado
Um abençoado dia a todos!
"Nós vemos as ondas das águas em vez de ver o Salvador andando sobre elas. Focalizamos nossas irrisória provisão, em vez de olhar para aquEle que pode alimentar cinco mil pessoas famintas. Concentramo-nos na escura sexta-feira da crucificação, e perdemos o brilhante domingo da ressureição."
terça-feira, 10 de maio de 2011
Joquebede - A Mãe Que Confiou No Senhor
"Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei." (Hebreus 11:23)
Antes de conhecermos a história de Joquebede, a mãe que confiou no Senhor, vamos ver os personagens que fizeram parte dela:
Joquebede - escrava hebréia no Egito, esposa de Anrão, mãe de Moisés, Miriã e Arão.
Moisés - filho legítimo de Joquebede, filho adotivo da filha de Faraó, irmão de Miriã e Arão.
Filha de Faraó - moça de coração compassivo, meigo e nobre, usada por Deus para salvar Moisés.
E CREU JOQUEBEDE NO SENHOR...
O povo de Deus, por causa da sua rebeldia perante o Senhor, tornou-se escravo no Egito. Faraó com medo que os judeus se tornassem muito fortes e se unissem a outro povo contra o seu reino, mandou matar todas as criancinha do sexo masculino.
Já se havia passado trezentos anos da morte de José, filho de Jacó e Raquel, quando nasceu Moisés, aquele que estava nos planos de Deus para salvar o povo judeu da escravidão.
Joquebede, sua mãe, o amava muito e não queria que os soldados de Faraó o descobrissem e o matassem jogando-o no rio Nilo.
Com a mão protetora do Senhor, Joquebede conseguiu esconder seu filho por três meses.
Moisés era um bebê bonito e amado por seus pais mas estava prestes a ser encontrado e morto.
Exôdo 1:22 nos mostra o porquê do desespero de Joquebede: "Então ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida."
Todas as parteiras do Egito foram obrigadas por Faraó a matar todos os bebês do sexo masculino. Mas, dentre tantas parteiras, havia duas, Sifrá e Puá, que temiam mais ao Senhor do que a Faraó. Em seus corações era mais importante "...obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29).
Assim como Joquebede, elas amavam ao Deus todo poderoso e tinham em si mesmas princípios que ficariam com elas por toda suas vidas:
1- Deus sempre estaria em primeiro lugar em suas vidas;
2- Deveriam obedecer a Deus com alegria mesmo com risco de perder as próprias vidas;
3- Seriam sempre gratas por tudo que o Senhor já lhes havia dado;
4- Reverenciariam sempre o Senhor mesmo correndo riscos;
5- Obedeceriam sempre aos mandamentos do Senhor.
Se em vez de Sifrá e Puá, fôssemos nós que iríamos fazer o parto de Joquebede que decisão tomaríamos? Será que teríamos coragem de morrer por amor a Deus ou por obedecer à Sua Palavra? A mulher que é segundo o coração de Deus tem que ter sempre em seu coração o versículo que encontramos em Atos 5:29 e que diz:
"Mais importa obedecer a Deus do que aos homens." Amém?
Em Sua maravilhosa providência, Deus orientou as mãos das parteiras hebréias a fim de que o menino Moisés fosse poupado.
Cada acontecimento na vida de Joquebede estava dentro do plano cuidadoso do Senhor. E ela, como serva do Senhor usava da sabedoria que Deus lhe dera para por em prática os planos do Senhor para Seu povo. Mas ela estava também pondo em prática a sua fé. Ela confiava no Senhor e amava o seu filho. Ela, por confiar no Senhor, sabia que Deus estava no controle de tudo e Ele ia salvar o seu filho Moisés. Realmente, ela era uma mulher de fé. Poucas mulheres da Bíblia fizeram parte da galeria dos heróis da fé. Fazem parte dela: Sara, Raabe e... Joquebede. A Bíblia nos diz em Hebreus 11:23: "Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque... não temeram o mandamento do rei."
Quando leio este versículo, sinto-me fortificada e com vontade de ser como Sara, como Raabe ou como Joquebede, mulheres de fé e segundo o coração de Deus. Ah, como almejo ter tamanha fé e me tornar uma mulher segundo o coração de Deus! Muitas vezes, penso como o apóstolo Paulo quando ele diz: "... quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Romanos 7:21-24) Apesar disto tudo, eu sei que tenho que:
a- pela fé colocar no altar do Senhor todos os problemas que me rodeiam, todos os problemas que a meus olhos não têm solução;
b- pela fé tenho que crer que o Senhor está no controle de tudo;
c- pela fé devo confiar no Senhor como me diz o Salmo 56:3: "Em qualquer tempo que eu temer, confiarei em Ti.";
d- pela fé devo fazer como Joquebede que, literalmente, fez como nos diz Eclesiastes 11:1: "Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás." - ela, pela fé, colocou Moisés num cesto de junco e lançou-o no rio Nilo. Ele deu este passo de fé mas, com certeza, o seu coração estava triste. Ela confiava no Senhor mas, como mãe, ela sofria com a separação, sofria por não saber o futuro do seu tão querido filhinho.
Deus estava vendo o sofrimento de Joquebede e decidiu ampará-la e, certamente, colocou em seu coração a certeza de dias melhores para seu filho. E a paz de Deus surgiu em seu coração dando-lhe tranqüilidade e confiança. Que Pai maravilhoso nós temos!
Enquanto o Senhor trabalhava no coração dela, Ele também conduziu a filha de Faraó até a margem do rio. Foi Deus quem a fez ver o cesto onde se encontrava o pequenino Moisés e foi também Ele que colocou compaixão no coração desta jovem egípcia que teve amor pela criancinha logo que a viu.
Deus continuou agindo na vida da filha de Faraó e na vida de Joquebede. Vejam o que este Deus amoroso ainda fez: O pequenino Moisés precisava ser amamentado, então a filha de Faraó, que já havia decidido adotá-lo, autorizou Joquebede a levá-lo todos os dias para a sua casa para alimentá-lo com seu leite. Que provisão maravilhosa para esta mãe que repousou sua ansiedade nos pés do Senhor!
Ah, minha irmã, lance o seu pão sobre as águas! Confie que o Senhor está cuidando do seu filho mesmo ele indo para outro país fazer um doutorado, mesmo ele estando se casando, mesmo ele indo morar em outra cidade, mesmo você sentindo que seu filho está indo embora da sua vida, mesmo você pensando que o está perdendo. Pela fé, creia que o Senhor está ciente da situação. Creia que Ele está agindo e dando o melhor para seu filho. Creia no Senhor e nunca duvide que Ele a ama, que ele ama seu filho e que os Seus planos são bem melhores do que os seus planos.
Joquebede amamentou seu filho Moisés por aproximadamente dois anos e meio. Durante este tempo o que podemos imaginar que aconteceu?
1- Podemos imaginar ela ninando seu filho com cantigas que falavam do amor de Deus por ele.
2- Podemos imaginar ela falando do Senhor, Criador dos céus e da terra.
3- Podemos imaginar ela falando do plano maravilhoso de Deus que enviaria o Seu Filho Jesus Cristo para morrer no lugar dele e dela e lhes dar a vida eterna.
Ela, com certeza, foi uma mãe que se importou com a vida espiritual de seu filho. Foi ela quem incutiu no coração de Moisés o amor pelo seu povo e, principalmente, o amor e obediência a Deus.
E você, minha irmã, está falando do amor de Deus a seu filho? Você lê, diariamente, a Bíblia para ele? Você ensina hinos de louvor a ele? Você o disciplina como o Senhor nos ensina na Sua Palavra?
Nunca esqueça que a alma de seu filho está em suas mãos. Deus lhe deu esta responsabilidade e você não pode falhar, pois o destino eterno do seu filho depende de você e de sua submissão a Deus. Você quer que seu filho seja salvo? Você quer que ele esteja ao lado do Senhor por toda a eternidade? Então comece desde cedo, ninando seu filhinho com...
"Foi Jesus que abriu o caminho pra o céu,
Não há outro meio de ir.
Nunca irei entrar no celeste lar
Se o caminho da cruz errar..."
Nunca nine seu filho com cantigas como:
"Boi, boi, boi,
Boi da cara preta
Vem pegar Joãozinho
Que tem medo de careta", pois ela nunca irá edificá-lo mas, com certeza, irá assustá-lo.
A Bíblia em Provérbios 22:6 me diz que devo educar "... a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."
Novamente, gostaria de perguntar-lhe: Você está falando do Senhor todos os dias a seu filho? Nunca esqueça que A ALMA DO SEU FILHO ESTÁ EM SUAS MÃOS.
Resumindo a vida de Joquebede vemos que ela...
1- foi uma mulher que amava a Deus e também amava seu filho que estava condenado a morrer nas águas no rio Nilo;
2- foi uma mulher corajosa ao esconder seu filho dos soldados de Faraó que procuravam criancinhas do sexo masculino para matar;
3- foi uma mulher de fé. Ela creu que o Senhor resolveria este grande problema que a seus olhos era de difícil solução;
4- assim como Ana, entregou seu filho Moisés ao Senhor confiando que Deus tinha o melhor para ele.
Minha irmã, siga os passos de Joquebede. Seja uma mulher de fé, confie que o Senhor está controlando não somente sua vida mas também a vida de seu filho, de seu marido, de sua família.
Seja corajosa, forte, sábia e entregue seu filho nas mãos do Senhor.
"Senhor Deus nosso Pai, obrigada pelo dom maravilhoso que Tu me deste de ser mãe. Obrigada pelos presentes que Tu me deste, pelos filhos bons e amorosos que são a alegria de minha vida. Que eu possa, Senhor, amá-los do mesmo modo e com a mesma intensidade que Tu os ama. Que eu, pela fé, possa entregá-los em Tuas mãos para que possas agir em suas vidas da maneira que Tu planejaste.
Cuida deles, Senhor!
Amém."
---
Por Valdenira Silva http://campenhe-mulheres.blogspot.com/search/label/Joquebede
Antes de conhecermos a história de Joquebede, a mãe que confiou no Senhor, vamos ver os personagens que fizeram parte dela:
Joquebede - escrava hebréia no Egito, esposa de Anrão, mãe de Moisés, Miriã e Arão.
Moisés - filho legítimo de Joquebede, filho adotivo da filha de Faraó, irmão de Miriã e Arão.
Filha de Faraó - moça de coração compassivo, meigo e nobre, usada por Deus para salvar Moisés.
E CREU JOQUEBEDE NO SENHOR...
O povo de Deus, por causa da sua rebeldia perante o Senhor, tornou-se escravo no Egito. Faraó com medo que os judeus se tornassem muito fortes e se unissem a outro povo contra o seu reino, mandou matar todas as criancinha do sexo masculino.
Já se havia passado trezentos anos da morte de José, filho de Jacó e Raquel, quando nasceu Moisés, aquele que estava nos planos de Deus para salvar o povo judeu da escravidão.
Joquebede, sua mãe, o amava muito e não queria que os soldados de Faraó o descobrissem e o matassem jogando-o no rio Nilo.
Com a mão protetora do Senhor, Joquebede conseguiu esconder seu filho por três meses.
Moisés era um bebê bonito e amado por seus pais mas estava prestes a ser encontrado e morto.
Exôdo 1:22 nos mostra o porquê do desespero de Joquebede: "Então ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida."
Todas as parteiras do Egito foram obrigadas por Faraó a matar todos os bebês do sexo masculino. Mas, dentre tantas parteiras, havia duas, Sifrá e Puá, que temiam mais ao Senhor do que a Faraó. Em seus corações era mais importante "...obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29).
Assim como Joquebede, elas amavam ao Deus todo poderoso e tinham em si mesmas princípios que ficariam com elas por toda suas vidas:
1- Deus sempre estaria em primeiro lugar em suas vidas;
2- Deveriam obedecer a Deus com alegria mesmo com risco de perder as próprias vidas;
3- Seriam sempre gratas por tudo que o Senhor já lhes havia dado;
4- Reverenciariam sempre o Senhor mesmo correndo riscos;
5- Obedeceriam sempre aos mandamentos do Senhor.
Se em vez de Sifrá e Puá, fôssemos nós que iríamos fazer o parto de Joquebede que decisão tomaríamos? Será que teríamos coragem de morrer por amor a Deus ou por obedecer à Sua Palavra? A mulher que é segundo o coração de Deus tem que ter sempre em seu coração o versículo que encontramos em Atos 5:29 e que diz:
"Mais importa obedecer a Deus do que aos homens." Amém?
Em Sua maravilhosa providência, Deus orientou as mãos das parteiras hebréias a fim de que o menino Moisés fosse poupado.
Cada acontecimento na vida de Joquebede estava dentro do plano cuidadoso do Senhor. E ela, como serva do Senhor usava da sabedoria que Deus lhe dera para por em prática os planos do Senhor para Seu povo. Mas ela estava também pondo em prática a sua fé. Ela confiava no Senhor e amava o seu filho. Ela, por confiar no Senhor, sabia que Deus estava no controle de tudo e Ele ia salvar o seu filho Moisés. Realmente, ela era uma mulher de fé. Poucas mulheres da Bíblia fizeram parte da galeria dos heróis da fé. Fazem parte dela: Sara, Raabe e... Joquebede. A Bíblia nos diz em Hebreus 11:23: "Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque... não temeram o mandamento do rei."
Quando leio este versículo, sinto-me fortificada e com vontade de ser como Sara, como Raabe ou como Joquebede, mulheres de fé e segundo o coração de Deus. Ah, como almejo ter tamanha fé e me tornar uma mulher segundo o coração de Deus! Muitas vezes, penso como o apóstolo Paulo quando ele diz: "... quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Romanos 7:21-24) Apesar disto tudo, eu sei que tenho que:
a- pela fé colocar no altar do Senhor todos os problemas que me rodeiam, todos os problemas que a meus olhos não têm solução;
b- pela fé tenho que crer que o Senhor está no controle de tudo;
c- pela fé devo confiar no Senhor como me diz o Salmo 56:3: "Em qualquer tempo que eu temer, confiarei em Ti.";
d- pela fé devo fazer como Joquebede que, literalmente, fez como nos diz Eclesiastes 11:1: "Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás." - ela, pela fé, colocou Moisés num cesto de junco e lançou-o no rio Nilo. Ele deu este passo de fé mas, com certeza, o seu coração estava triste. Ela confiava no Senhor mas, como mãe, ela sofria com a separação, sofria por não saber o futuro do seu tão querido filhinho.
Deus estava vendo o sofrimento de Joquebede e decidiu ampará-la e, certamente, colocou em seu coração a certeza de dias melhores para seu filho. E a paz de Deus surgiu em seu coração dando-lhe tranqüilidade e confiança. Que Pai maravilhoso nós temos!
Enquanto o Senhor trabalhava no coração dela, Ele também conduziu a filha de Faraó até a margem do rio. Foi Deus quem a fez ver o cesto onde se encontrava o pequenino Moisés e foi também Ele que colocou compaixão no coração desta jovem egípcia que teve amor pela criancinha logo que a viu.
Deus continuou agindo na vida da filha de Faraó e na vida de Joquebede. Vejam o que este Deus amoroso ainda fez: O pequenino Moisés precisava ser amamentado, então a filha de Faraó, que já havia decidido adotá-lo, autorizou Joquebede a levá-lo todos os dias para a sua casa para alimentá-lo com seu leite. Que provisão maravilhosa para esta mãe que repousou sua ansiedade nos pés do Senhor!
Ah, minha irmã, lance o seu pão sobre as águas! Confie que o Senhor está cuidando do seu filho mesmo ele indo para outro país fazer um doutorado, mesmo ele estando se casando, mesmo ele indo morar em outra cidade, mesmo você sentindo que seu filho está indo embora da sua vida, mesmo você pensando que o está perdendo. Pela fé, creia que o Senhor está ciente da situação. Creia que Ele está agindo e dando o melhor para seu filho. Creia no Senhor e nunca duvide que Ele a ama, que ele ama seu filho e que os Seus planos são bem melhores do que os seus planos.
Joquebede amamentou seu filho Moisés por aproximadamente dois anos e meio. Durante este tempo o que podemos imaginar que aconteceu?
1- Podemos imaginar ela ninando seu filho com cantigas que falavam do amor de Deus por ele.
2- Podemos imaginar ela falando do Senhor, Criador dos céus e da terra.
3- Podemos imaginar ela falando do plano maravilhoso de Deus que enviaria o Seu Filho Jesus Cristo para morrer no lugar dele e dela e lhes dar a vida eterna.
Ela, com certeza, foi uma mãe que se importou com a vida espiritual de seu filho. Foi ela quem incutiu no coração de Moisés o amor pelo seu povo e, principalmente, o amor e obediência a Deus.
E você, minha irmã, está falando do amor de Deus a seu filho? Você lê, diariamente, a Bíblia para ele? Você ensina hinos de louvor a ele? Você o disciplina como o Senhor nos ensina na Sua Palavra?
Nunca esqueça que a alma de seu filho está em suas mãos. Deus lhe deu esta responsabilidade e você não pode falhar, pois o destino eterno do seu filho depende de você e de sua submissão a Deus. Você quer que seu filho seja salvo? Você quer que ele esteja ao lado do Senhor por toda a eternidade? Então comece desde cedo, ninando seu filhinho com...
"Foi Jesus que abriu o caminho pra o céu,
Não há outro meio de ir.
Nunca irei entrar no celeste lar
Se o caminho da cruz errar..."
Nunca nine seu filho com cantigas como:
"Boi, boi, boi,
Boi da cara preta
Vem pegar Joãozinho
Que tem medo de careta", pois ela nunca irá edificá-lo mas, com certeza, irá assustá-lo.
A Bíblia em Provérbios 22:6 me diz que devo educar "... a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."
Novamente, gostaria de perguntar-lhe: Você está falando do Senhor todos os dias a seu filho? Nunca esqueça que A ALMA DO SEU FILHO ESTÁ EM SUAS MÃOS.
Resumindo a vida de Joquebede vemos que ela...
1- foi uma mulher que amava a Deus e também amava seu filho que estava condenado a morrer nas águas no rio Nilo;
2- foi uma mulher corajosa ao esconder seu filho dos soldados de Faraó que procuravam criancinhas do sexo masculino para matar;
3- foi uma mulher de fé. Ela creu que o Senhor resolveria este grande problema que a seus olhos era de difícil solução;
4- assim como Ana, entregou seu filho Moisés ao Senhor confiando que Deus tinha o melhor para ele.
Minha irmã, siga os passos de Joquebede. Seja uma mulher de fé, confie que o Senhor está controlando não somente sua vida mas também a vida de seu filho, de seu marido, de sua família.
Seja corajosa, forte, sábia e entregue seu filho nas mãos do Senhor.
"Senhor Deus nosso Pai, obrigada pelo dom maravilhoso que Tu me deste de ser mãe. Obrigada pelos presentes que Tu me deste, pelos filhos bons e amorosos que são a alegria de minha vida. Que eu possa, Senhor, amá-los do mesmo modo e com a mesma intensidade que Tu os ama. Que eu, pela fé, possa entregá-los em Tuas mãos para que possas agir em suas vidas da maneira que Tu planejaste.
Cuida deles, Senhor!
Amém."
---
Por Valdenira Silva http://campenhe-mulheres.blogspot.com/search/label/Joquebede
segunda-feira, 2 de maio de 2011
A PROCURA POR SATISFAÇÃO
Em cada coração existe um anseio que só Jesus pode satisfazer.
Quando se trata de quebra-cabeças, sabemos que para obter um resultado satisfatório todas as peças são necessárias. A vida, em muitos aspectos, é bem assim. Gastamos nossos dias tentando organizá-la, na esperança de juntar todas as peças espalhadas.
No entanto, algumas vezes, dá a impressão de que uma peça está faltando. Talvez estejamos procurando as peças erradas para o quebra-cabeças.
Embora saibamos que uma vida sem Deus no seu centro perdeu sua peça mais importante, será que vivemos como se Ele não fosse particularmente relevante?
E apesar de frequentarmos a igreja regularmente, será que Ele é a motivação de nossas vidas? Algumas vezes nos acostumamos ao sentimento de estar longe de Deus.
Torna-se mais fácil pecar e confunde-se a percepção de que algo importante está faltando. Não importa quanto possamos nos desgarrar de Deus, Ele nos quer perto dele.
Ele apelou ao Seu povo através do profeta Isaías: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz?
Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares” (Isaías 55:2). Se algo estiver faltando em sua vida, lembre-se que Deus é o único que pode satisfazê-lo totalmente e abundantemente. Deixe-o concluir o quebra-cabeças de sua vida.
--- Nosso Andar Diário – Ministério RBC
Quando se trata de quebra-cabeças, sabemos que para obter um resultado satisfatório todas as peças são necessárias. A vida, em muitos aspectos, é bem assim. Gastamos nossos dias tentando organizá-la, na esperança de juntar todas as peças espalhadas.
No entanto, algumas vezes, dá a impressão de que uma peça está faltando. Talvez estejamos procurando as peças erradas para o quebra-cabeças.
Embora saibamos que uma vida sem Deus no seu centro perdeu sua peça mais importante, será que vivemos como se Ele não fosse particularmente relevante?
E apesar de frequentarmos a igreja regularmente, será que Ele é a motivação de nossas vidas? Algumas vezes nos acostumamos ao sentimento de estar longe de Deus.
Torna-se mais fácil pecar e confunde-se a percepção de que algo importante está faltando. Não importa quanto possamos nos desgarrar de Deus, Ele nos quer perto dele.
Ele apelou ao Seu povo através do profeta Isaías: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz?
Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares” (Isaías 55:2). Se algo estiver faltando em sua vida, lembre-se que Deus é o único que pode satisfazê-lo totalmente e abundantemente. Deixe-o concluir o quebra-cabeças de sua vida.
--- Nosso Andar Diário – Ministério RBC
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